quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

The Unsacred Texts Of The Koton



It is a strange fusion of alchemy, ancient wisdom and near pornographic heresy. In
other words, it has all the makings of a popular novel but in order to best understand
the work, an altered state of consciousness may be in order.
Rest assured that if this altered state is not self-induced you will soon feel the powerful
effects of its madness and the publishers are not responsible for the consequences.
There is nothing inordinately evil or hateful in the text itself nor do we believe that the
text is hateful or even necessarily evil.


There is a very strong allegory within the text however and we urge the reader to find
that place within their consciousness to understand or grasp its hidden meaning.
As stated however this text is presented for information and perhaps entertainment
purposes only.
There is no justification for any acts committed in the name of this text nor is there any
material within this text which would hasten or encourage any acts of violence, subversion
or hatefulness or any wrongdoing whatsoever.
You may be prompted to ask us of course, as the publishers, what is our opinion of


The Unsacred Texts Of The Koton ?
Our answer is sincere. The alchemical material within the text is fascinating as is much
of the bizarre poetry and strange allusions.
We don’t see any evil in this book nor do we see anything that most people would ordinarily
believe to be Satanic or subversive.
In this frequently bizarre and disturbing manuscript, we definitely see heresy and we
definitely see a lot of profane language but beyond that, the works of Satanic organizations
and their ilk are much more negative and it is perhaps with that in mind that lends
credence to the work itself.


The Unsacred Texts Of The Koton is rude, lewd and crude and is perhaps
the very voice of the Devil himself but don’t let that stop you from
reading it alone in a darkened room as the moon rises high in the virgin
night sky.
It’s amazingly harmless and even ends with an optimistic and powerful message. But
perhaps that’s what makes The Unsacred Texts Of The Koton most notorious and
most insidious because in case you haven’t heard, the Devil always lies and it is
through lies that we are all so easily seduced.
There are certain ancient books and scrolls that are described as apocryphal. They are
hidden texts or unknown or unrecognized works of wisdom and history.
Certainly just as the Necronomicon is of controvertible origins, so must be considered


The Unsacred Texts Of The Koton to be of debatable derivation and purpose but that
can be said of almost any philosophical work and of any work of legend. None of which
makes it no less shocking.
But as to their precise lineage of that only you can be the judge. And whether The Unsacred
Texts Of The Koton are indeed the rantings, the ravings and the very words of
Satan himself…
That remains to be seen and we will ask you to be the final judge. Understanding of
course that one should not be quick to judge, lest you be judged yourself.



Francis Barrett 1765 - 1825


FRANCIS BARRETT E SEU "MAGUS"-ALGUMAS REFERÊNCIAS


Sabe-se muito pouco da vida de Barrett mas existem provas de que teria fundado uma uma sociedade mágica, pois ele anunciou sua "Escola" em seu livro "Magus", descrevendo-a como "seleta". Fora isso, existem documentos conservados de, pelo menos um, de seus membros. Summers,um pitoresco clérigo e ocultista nos tempos livres, relata que Barrett fundara uma "pequena confraria de de estudiosos destes profundos mistérios", complementando que "esta não estaria restrita apenas a Londres". Continua, afirmando que: "Alguns avançaram no caminho, e pelo menos um deles era um homem de Cambridge. A tradição de Barrett se manteve em Cambridge, embora de maneira muito reservada, transmitindo seus ensinamentos a discípulos prometedores."

Francis Barrettt foi um estudioso da química, metafísica, filosofia natural e oculta. Seu livro famoso, “Magus”, foi um verdadeiro ícone do ocultismo do século XIX, quando as correspondências astrológicas já estavam plenamente incorporadas à Tradição Mágica Ocidental e cada planeta possuía seu próprio anjo. Dominando este conhecimento, teoricamente o mago poderia conjurar este anjo e obter o domínio sobre os aspectos da vida controlados pelo planeta correspondente.


O acesso ao anjo costumava ser efetuado por intermédio do seu espírito, subordinando-o. Cassiel, por exemplo, era o espírito subordinado ao anjo de Saturno. Montague Summers assegurava que os espíritos que apareciam nas ilustrações do “Magus” eram desenhados do “natural”. Entretanto, isso parece dever-se muito mais ao ressurgimento do gótico romântico, do que somente à fértil imaginação de Barrettt. "Magus", publicado pela primeira vez, em 1801, é uma codificação de Magia prática dos Grimoires, na visão Cabalista Cristã do autor, que fundamenta sua obra nos princípios da Alquimia. Sua influência foi enorme e ele conta com seguidores em todo o Ocidente, até os dias de hoje.


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Tipo de Vampiros





"Através dos anos, diversos povos criaram suas lendas de vampiros cada qual com suas próprias características, com seus pontos fortes e fracos. Aqui está algumas dos tipos de vampiros mais conhecidos:

Asanbosam:
Asanbosam são vampiros africanos. São vampiros normais exceto o fato de possuírem cascos ao invés de pés. Tendem a morder suas vítimas no polegar.

Baital:
Baital é uma raça de vampiro indiana. Sua forma natural é metade homem, metade morcego, tendo mais ou menos um metro e meio de altura.

Baobhan Sith:
O Baobhan Sith (buh-van she) é uma fada demônio celta, que aparece como uma jovem mulher quee dançará com o homem que achar até que o mesmo se esgote, para depois se alimentar dele. Pode ser morta por ferro frio. (Os espíritos da floresta do balé Giselle parecem ser dessa espécie).

Ch'Iang Shih:
Na China, existem criaturas vampíricas chamadas Ch'Iang Shih. São criadas se um gato pular sobre o corpo de um cadáver. Eles se levantarão para a vida e podem matar com um bafo venenoso além de poderem drenar o sangue. Se um Ch'Iang Shih encontra uma pilha de arroz, ele tem que contar os grãos antes de passar. Sua forma imaterial é uma esfera de luz.

Dearg-Due:
Na Irlanda, muitos druidas falam do Dearg-Dues que têm que ser mortos sendo construído um monte de pedras sobre suas sepulturas. Os Dearg-Dues não mudam de forma.

Ekiminu:
Ekiminus são malígnos espíritos assírios (metade fantasma, metade vampiro), causados por um sepultamento impróprio. Eles são naturalmente invisíveis e são capazes de possuir humanos. Podem ser destruídos sendo usado armas de madeira, ou por exorcismo.

Kathakano:
Os vampiros cretas Kathakano são muito parecidos com o original, mas só podem ser mortos se forem decaptados e a cabeça fervida em vinagre.

Krvopijac:
Esses são vampiros búlgaros e também são conhecidos como Obours. Eles se parecem com vampiros normais mas têm apenas uma narina e a língua longa e pontiaguda. Eles podem ser imobilizados se colocadas rosas em seus sepulcros. Podem ser destruídos se conjurada uma palavra mágica numa garrafa e a mesma atirada numa fogueira.

Lamia:
Lamia é originária da Roma e Grécia antiga. São esclusivamente fêmeas, sendo geralmente metade humana, metade animal (quase sempre uma cobra, e sempre na parte inferior do corpo). Elas comem a carne de suas vítimas assim como bebem seu sangue. As lamias podem ser atacadas e destruídas com armas normais.

Nosferatu:
Nosferatu é outro nome para o vampiro original, que também é chamado de vampyre, ou vampyr.

Rakshasa:
Rakshasa é uma poderosa vampira e feiticeira indiana. Geralmente aparenta um ser humano com características animais (garras, presas, olhos em fenda, etc...) ou animais com características humanas (pés, mãos, nariz chato, etc...). O lado animal é muito comumente um tigre. Elas comem a carne de suas vítimas além de beber seu sangue. As Rakshasas podem ser destruídas por fogo extremo, luz do sol, ou exorcismo.

Strigoiul:
Este é o vampiro romano. Strigoiuls são muito parecidos com o vampiro original, mas preferem atacar em bando. Eles podem ser destruídos se for posto alho em sua boca ou removendo-se o coração.

Succubus:
São vampiras demônio européias, essa lenda surgiu durante a Idade Média, quando a Igreja Cristã associava a mulher e o sexo à algo pecaminoso e demoníaco. A maneira mais comum de se alimentarem é tendo relações sexuais com suas vítimas, deixando-as exaustas e depois alimentando-se da energia dispersada no ato sexual. Elas podem entrar numa casa sem serem convidadas e tomar a aparência de qualquer pessoa. Geralmente visitarão suas vítimas mais de uma vez. A vítima de uma Succubus interpretará as visitas como sonhos. A versão masculina de um Succubus é um Incubus.

Vlokoslak:
Vampiros sérvios também chamados de Mulos. Eles normalmente apresentam-se como pessoas trajadas de branco, tanto diurnos quanto noturnos, já que o sol não os afeta. Podem assumir a forma de um cavalo ou de uma ovelha. Comem suas vítimas assim como bebem seu sangue. Podem ser destruídos se decepados os dedos dos pés, ou com um prego transpassado no pescoço.

Upierczi:
Esses vampiros têm origem na Polônia e na Russia e também são chamados de Viesczy. Possuem um ferrão sob a língua ao invés de presas. Ficam ativos a partir da meia noite e só podem ser destruídos por fogo extremo. Quando incendiados, seu corpo irá explodir, dando origem à centenas de pequenos e repugnantes animais (larvas, ratos, etc...). Se algumas dessas criaturas escapar, então o espírito do Upierczi escapará também, e retornará para reclamar vingança."

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

E Nomine-Lucifer Hellsing


Lucifer Mortuus Diabolus.
Nec Deus Nec Arch Angelus.


Satan.
Der Fürst der Finsternis.


Lucifer Mortuus Diabolus.
Nec Deus Nec Arch Angelus.


Ich bin der Abgrund, das Chaos.
Mein Name ist Lucifer.
Ich bin der Antichrist.
Der Herr der Finsternis.


Lucifer Mortuus Diabolus.
Nec Deus Nec Arch Angelus.


Lucifer Mortuus Diabolus.
Nec Deus Nec Arch Angelus.


Ich komme aus dem Reich des Bösen.


Mein Reich ist das Böse.
Ich bin der Abgrund, die Entwürdigung, das Chaos.
Abgefallen von Gott bin ich der Versucher.
Ich bin der Antichrist.
Mein Name ist Lucifer.


Lucifer Mortuus Diabolus.
Nec Deus Nec Arch Angelus.


Lucifer Mortuus Diabolus.
Nec Deus Nec Arch Angelus.


Der Antichrist.
Der Herr der Finsternis.


"Mein Name ist Legion, denn wir sind viele."


Ich bin der Abgrund, die Entwürdigung.
Ich komme aus dem Reich des Bösen.
Ich bin der Antichrist.
Der Herr der Finsternis.


Lucifer Mortuus Diabolus.
Nec Deus Nec Arch Angelus.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Fetisch MENSCH - Manchmal

Maravilhoso!




...Um demônio sempre será um demônio, não importa onde esteja.
(N.E)

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Personal Jesus



A Página Negra do Cristianismo - 2000 Anos de Crimes, Terror e Repressão

“Acreditar num deus cruel, faz um homem cruel” Thomas Paine

Há cerca de 2000 anos, nascia na Galiléia um fundador de seita, que acabaria crucificado uns trinta anos mais tarde. Algumas de suas últimas palavras na cruz foram “Dêem-me de beber”. E só. A seita que ele tinha fundado tornar-se-ia, com o passar dos anos, a maior de todos os tempos.

Ela tomará o poder político dentro do Império Romano, abolirá a liberdade de religião, depois ajuntará montanhas de cadáveres: os seus membros massacrarão milhões de “infiéis”, “hereges”, “feiticeiras” e outros, depois se matarão entre eles próprios, levando a Europa às guerras mais ferozes que ela conheceu.

Um passado destes poderia incitar à modéstia, mas os cristãos reivindicam, pelo contrário, o monopólio da ética. Proclamam que adoram o Deus único, que deus é “amor”, e se consideram melhores que o resto da humanidade. Única ideologia capaz de dividir com o comunismo e o nazismo o pódio dedicado às ideologias mais mortíferas da história humana, o cristianismo mantém-se uma ideologia dominante em muitos países ocidentais, como o “gendarme do mundo”, os EUA.

Chegou a hora de abrir o “Livro Negro do Cristianismo: 2000 anos de terror, perseguições e repressão”, que resume algumas das piores atrocidades cometidas em nome dessa ideologia que pretende promover o amor ao próximo.



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